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Pela primeira vez a expressão "Vila Olímpica" é usada para designar os
alojamentos construídos para os participantes.
Recordes
Esporte: Atletismo
Atleta: Harold Abrahamor
País: Grã-Bretanha
Prova: 100 m
Tempo: 10 s
Recorde: Olímpico
XIII
- Amsterdã, 1928
Os IX jogos olímpicos tiveram 46 países e 3.015 atletas participantes.
Nunca até então, as mulheres tinham representado papel tão importante
nas competições. Nas provas de atletismo atraíram tanto a atenção do público
como os famosos campeões masculinos. Mas os holandeses organizaram os
jogos com dificuldades, dispondo de poucos recursos financeiros. Destaques
das competições: os corredores finlandeses ( Nurmi ainda entre eles),
mais uma vez Weissmuller e as corredoras canadenses.
- Mikio
Oda, vencedor no salto triplo, foi o primeiro oriental a ganhar uma medalha
de ouro em olimpíada;
- Amsterdã
instituiu a chegada da tocha olímpica e o acender de uma pisa como parte
da cerimônia de abertura.
XIV-
Los Angeles, 1932
Os X jogos olímpicos tiveram 37 países e 1.408 atletas participantes.
O mesmo problema de 1904 - a dificuldade que os europeus tinham para mandar
equipes números à América - voltaram a contribuir para que o número de
inscrições baixassem. Com tudo isso, o êxito técnico foi indiscutível.
Os norte-americanos remodelaram seu belo estádio - o Coliseu de Los Angeles
- especialmente para a ocasião. Acusado de profissionalismo, Paavo Nurmi
foi impedido de tentar sua 4ª Olimpíada como campeão. E o destaque acabou
sendo uma mulher, a norte-americana Babe Didrikson, ganhadora de 2 medalhas
de ouro, ambas como recordes mundiais no atletismo.
XV-
Berlim, 1936
Os XI jogos olímpicos tiveram 49 países e 4.069 atletas participantes.
Em pleno apogeu do nazismo na Alemanha, eles foram transformados num gigantesco
instrumento de propaganda do regime, com o próprio Hitler acompanhando
de perto todos os detalhes da organização. Os alemães superaram em tudo
os patrocinadores anteriores. Mas não colheram os melhores resultados,
como esperavam. Foram os negros norte-americanos os heróis dos jogos,
para frustração do Führer, que viu James Cleveland, dito Jesse Owens,
ganhar quatro medalhas de ouro , desmentindo a propala superioridade da
raça ariana. Os negros venceram quase todas as provas de atletismo.
XVI-
Londres, 1948
Os XIIV jogos olímpicos tiveram 59 países e 4.468 atletas participantes.
Na opinião da maioria dos observadores, os efeitos da guerra ainda eram
muito acentuados para que uma competição esportiva de caráter mundial
se realizasse com êxito. Apesar disso, os ingleses esmeraram-se na organização.
O jovem decatleta norte-americano Bob Mathias e a veterana corredora holandesa
Fanny Blankerskoen foram duas figuras destacadas. Mas pouco resultados
técnicos chegaram a ser registrados.
XVII-
Helsinki, 1952
Os XV jogos olímpicos tiveram 69 países e 5.867 atletas participantes.
Organização perfeita, assistência técnica moderníssima, hospitalidade
e muita ordem caracterizam o trabalho dos finlandeses. Os jogos marcaram
o ingresso da URSS no mundo olímpico. E estenderam, até o campo do esporte,
a "guerra fria" da política internacional. O maior nome dos jogos foi
Emil Zatopek, vencedor de três provas de fundo, excepcional corredor checo
apelidado de "a locomotiva humana:".
XVIII-
Melbourne, 1956
Os XVI jogos olímpicos tiveram 67 países e 3.184 atletas participantes.
As provas de hipismo devido à quarentena que as autoridades australianas
determinavam para os cavalos vindos do exterior cumpriram-se em Estocolmo.
A organização foi, da mesma forma, elogiável, apesar dos sacrifícios que
o país teve de suportar para concluí-la segundo os planos. O brasileiro
Ademar Ferreira da Silva, que já brilhava em Helsinki, confirmou seu título
no salto triplo, tornando-se bi-campeão olímpico.
XIX-
Roma, 1960
Os XVII jogos olímpicos tiveram 84 países e 5.396 atletas participantes.
Foram um espetacular acontecimento turístico e, como os dois jogos anteriores,
um êxito de organização. Pela primeira vez os norte-americanos perderam
para os soviéticos no total de medalhas. No entanto, dois atletas dos
EUA Wilma Rudolph, sprinter, e Ralph Boston, que bateu o recorde de Jesse
Owens no salto em distância foram os heróis dos jogos, assim como o alemão
Armin Hary, outro velocista, e as atletas soviéticas.
XX-
Tóquio, 1964
Os XVIII jogos olímpicos tiveram 94 países e 5,565 atletas participantes.
Superaram os de Roma em organização e introduziram definitivamente a tecnologia
no esporte. O etíope Abebe Bikila tornou-se o primeiro na história a sagrar-se
bi-campeão da maratona. A australiana Dawn Fraser, campeã de nado livre,
e o jovem norte-americano Don Schollander, que obteve quatro medalhas
de ouro, tornaram-se os novos fenômenos da natação universal. Yoshinori
Sakai, o atleta japonês que carregou a tocha olímpica na solenidade de
abertura, nasceu perto de Hiroshima no exato dia em que ali foi atirada
a bomba atômica. Os japoneses o usaram como seu símbolo.
XXI-
Cidade do México, 1968
Os XIX jogos olímpicos tiveram 109 países e 6.082 atletas participantes.
Organizados pelos mexicanos com tremendas dificuldades financeiras, levaram
a um protesto de estudantes. Em vários sentidos os jogos foram tumultuados.
Além de manifestações e choques com estudantes nas ruas, com violenta
intervenção policial, houve o protesto dos negros norte-americanos, alguns
deles do grupo denominado Black Power, que erguiam punhos com luvas negras
a cada vitória alcançada. O norte-americano Al Oerter, branco, tornou-se
primeiro atleta a sagrar-se tetra-campeão olímpico, no lançamento do disco.
Pela primeira vez na história dos jogos olímpicos coube a uma mulher carregar
a tocha olímpica: a atleta Norma Enriqueta Basílio.
XXII-
Munique, 1972
Os XX jogos olímpicos tiveram 121 países e 8.500 atletas participantes.
Os alemães voltaram a dar exemplo de organização gigantesca. Instalações
perfeitas, gastos fantásticos, alojamentos de primeira ordem. Destacado
de todos os outros com o recorde de sete medalhas de ouro, o nadador norte-americano
Mark Spitz foi o campeão entre os campeões. Houve algumas surpresas, como
a vitória soviética no basquete e a Polônia n futebol. e mais um registro
trágico: o sequestro e assassinato de 11 atletas de Israel por membros
do grupo terrorista árabe Setembro Negro.
XXIII-
Montreal, 1976
Os XXI jogos olímpicos tiveram 89 países e 9.564 atletas participantes,
com destaque para as exibições da ginasta romena Nadia Comaneci e da equipe
de ginastas russas lideradas por Ludmila Turischeva. Na natação masculina
dominaram os norte-americanos, em todos os títulos; na feminina, as representantes
da Alemanha oriental. como os jogos de Munique, também os de Montreal
foram afetados por problemas políticos, relacionados com República da
China e com a Nova Zelândia, contra cuja participação se opuseram as grandes
nações negras e norte-africanas, além do Iraque e da Guiana
XXIV-
Moscou, 1980
Os XXII jogos olímpicos tiveram 81 países e 5.748 atletas participantes.
Foram marcados por um fato extra-esportivo, o boicote proposto pelos EUA
em protesto contra a invasão do Afeganistão pelos soviéticos. Além dos
EUA, não compareceram a Moscou delegações da Alemanha ocidental, Japão
e vários outros países. Com isso, o panorama esportivo foi denominado
pela URSS e Alemanha oriental, que arrebanharam 320 das 629 medalhas.
O Brasil conquistou duas medalhas de ouro, no iatismo e duas medalhas
de bronze no salto triplo e revezamento 4 X 200 m, na natação.
XXV-
Los Angeles, 1984
Os XXIII jogos olímpicos tiveram cerca de 7.800 atletas participantes
e um número recorde de 140 países. No entanto foram prejudicados pelo
boicote soviético, que afastou 15 países socialistas das competições.
A URSS alegou que a autoridades norte-americanas estavam fazendo dos jogos
uma arena política e não garantiam a segurança dos atletas. Os EUA foram
os grandes vencedores, com 174 medalhas, seguidos pela Alemanha ocidental,
com 59. O atleta que mais se destacou foi o norte americano Carl Lewis,
que ganhou quatro medalhas de ouro. O Brasil conquistou uma medalha de
ouro, cinco de prata e duas de bronze, no judô.
XXVI-
Seul, 1988
Os XXIV jogos olímpicos realizaram-se de 17 de setembro a 2 de outubro,
e tiveram mais de 9.600 atletas participantes, provenientes da nada menos
de 160 países. Em solidariedade à Coréia do Norte, que se afastou dos
jogos por não lhe ser permitindo sediar parte deles, Cuba boicotou o evento,
enquanto o Nicarágua declinou do convite devido à sua situação política
interna. Os países que mais ganharam medalhas foram a URSS, a República
Democrática Alemã e os EUA. Ao brasil couberam seis medalhas, sendo uma
de ouro, duas de prata e três de bronze.
s, que ganhou quatro
medalhas de ouro. O Brasil conquistou uma medalha de ouro, cinco de prata
e duas de bronze, no judô.
XXVII-
Barcelona, 1992 A
história do esporte mudou definitivamente nos Jogos Olímpicos de Barcelona.
A máscara do amadorismo, que exigia dos atletas a hipocrisia de fingir não
ter patrocínios e profissão, enfim caiu.
O Comitê
Olímpico Internacional admitiu a presença de atletas profissionais de
todas as modalidades e permitiu o surgimento do Dream Team, o time de
basquete masculino americano que ganhou o ouro com Michael Jordan e Magic
Johnson.
Barcelona
bateu todos os recordes de participação. Foram 7.108 homens e 2.851 mulheres,
de 172 países. Os Jogos também viram o último capítulo da União Soviética,
batizada de CEI, que ainda terminaram em segundo lugar, com 102 medalhas
(45 de ouro). Os norte-americanos somaram 108, mas com apenas 37 vitórias.
O Brasil levou 198 atletas e voltou a ganhar duas medalhas de ouro, além
de uma outra de prata.
Pela
primeira vez em 40 anos, os Jogos foram realizados sem problemas políticos,
ainda que encontrasse um país-sede dividido entre espanhóis e catalães,
o que exigiu o hasteamento de duas bandeiras e o entoar de dois hinos
diferentes na cerimônia de abertura. Nenhum atleta fez protesto político.
XXVIII-
Atlanta, 1996
Os 100
anos do Movimento Olímpico não poderiam ter sido comemorados de forma
mais contraditória. Embora Atlanta tenha tido o privilégio de sediar as
maiores e mais sofisticadas Olimpíadas da história, a submissão dos membros
do Comitê Olímpico Internacional à máquina norte-americana da Coca-Cola
foi um capítulo nebuloso.
Não
bastasse isso, os Jogos viveram seu segundo ato de "terrorismo", com a
explosão de uma bomba no superlotado Parque Olímpico, que matou duas pessoas
e trouxe o medo de volta ao cenário olímpico.
Atlanta
ultrapassou a barreira e organizou 17 dias de Jogos, que reuniram o recorde
absoluto de 10.750 atletas e 197 países. A previsível vitória norte-americana
no quadro geral de medalhas, com 101 de ouro, misturou-se à incrível confusão
gerada por falhas constantes em todo o sistema de informática. Pela primeira
vez, 52 diferentes nações chegaram à medalha de ouro. Costa Rica, Equador
e Síria enfim subiram no lugar mais alto do pódio. Hong Kong faturou sua
primeira e última medalha de ouro, já que passou a integrar a China em
97.
Não
faltaram estrelas e emoções. A final dos 100m foi tão extraordinária que
o namíbio Frankie Fredericks, derrotado pelo jamaicano Donovan Bailey,
fez um tempo suficiente para levar o ouro em quaisquer outras Olimpíadas.
O mesmo
aconteceu nos 800 metros, onde o quarto colocado, o cubano Norberto Tellez,
fez tempo superior a todos os antigos campeões olímpicos. No campo dos
fenômenos, certamente o velocista norte-americano Michael Johnson conseguiu
ser mais rápido do que Donovan Bailey. O jamaicano correu com velocidade
média de 36,26 km/h para marcar o novo recorde mundial dos 100 metros,
enquanto Johnson chegou à incrível média de 37,23 km/h para vencer os
200.
Johnson
tornou-se o primeiro atleta da história a faturar o ouro olímpico nos
200 e 400 metros nos mesmos Jogos. E ainda por cima com recordes
mundiais nas duas corridas. Cinco semanas antes de Atlanta, Michael conseguira
quebrar o recorde dos 200m do italiano Pietro Menea, o mais antigo do
atletismo, ao correr em 19s72. Nas Olimpíadas, cravou 19s66 e deixou adversários
boquiabertos. "Eu achava que o homem mais veloz do mundo era o campeão
dos 100m, mas hoje acredito que ele está sentado ao meu lado", declarou
Ato Boldon, durante a entrevista coletiva.
O atletismo
produziu ainda duas estrelas. A francesa Marie-José Pérec, que também
faturou o ouro nos 200 e 400 metros, e o veterano Carl Lewis, vencedor
do salto aos 35 anos. Foi sua nona vitória olímpica em quatro Olimpíadas
consecutivas.
Curiosa
façanha veio com a também jamaicana Merlene Ottey. Ao chegar em terceiro
no revezamento 4x100, ela se tornou a primeira mulher a ganhar cinco medalhas
de bronze (em quatro Jogos). Outra atleta, a nadadora norte-americana
Jenny Thompson, somou cinco medalhas de ouro em sua carreira e igualou
o feito da esquiadora Bonnie Blair como a atleta dos Estados Unidos com
maior número de vitórias olímpicas.
Os Jogos
evidenciaram supremacias bem conhecidas. Os oito primeiros colocados nos
10 mil metros masculinos foram africanos. Nada menos que 11 dos 12 medalhistas
do tênis de mesa eram asiáticos.
No campo
das emoções, nada mais ilustrativo do que o então recordista mundial do
salto em extensão, o norte-americano Mike Powell. Ele se contundiu na
quinta tentativa e foi para o último salto mancando. Fez um esforço para
embalar e caiu de rosto na caixa de areia, entre lágrimas de dor e decepção.
"Nunca me senti mais ferido na mente, no corpo e no coração",avaliou ele,
que nunca mais competiu. Outra decepção ficou para o britânico Linford
Christie, que queimou duas vezes a largada na final dos 100m, acabou eliminado
e se recusou a abandonar a raia.
Fora
das pistas e quadras, um certo Richard Jewell virou duas vezes notícia.
Quando a bomba de fabricação caseira explodiu no Parque Olímpico, resultando
na morte de duas pessoas, o policial se transformou numa celebridade por
salvar centenas de outras vítimas. Dias depois, Jewell terminou como o
vilão da história, responsabilizado por ele próprio ter colocado a bomba.
Para
o Brasil, Atlanta só teve boas recordações. Pela primeira vez, a equipe
brasileira somou 15 medalhas numa única edição e pela primeira vez saímos
com três novos campeões olímpicos. O iatismo confirmou Robert Scheidt
e a dupla Torben Grael/Marcelo Ferreira como as melhores do mundo e o
estreante vôlei de praia deram uma inédita medalha de ouro para o esporte
feminino nacional. Melhor ainda, realizou a primeira final olímpica totalmente
verde-e-amarela da história, já que Jacqueline e Sandra venceram na decisão
Mônica e Adriana.
A prata
coroou as carreiras de Hortência e Paula no basquete, com direito a idolatria
até dos norte-americanos. Gustavo Borges também garantiu um segundo lugar
nos 200m e, com outro bronze nos 100m, saiu de Atlanta como o atleta nacional
que mais subiu ao pódio olímpico em todos os tempos.
O bronze
foi uma surpresa para o 4x100m do atletismo, para o judoca Henrique Guimarães
e para a equipe de saltos do hipismo. Confirmou, por seu lado, a competência
de Lars Grael no iatismo, do judoca Aurélio Miguel, do nadador Fernando
Scherer e do ascendente vôlei feminino. Mas não evitou a frustração do
futebol masculino, que perdeu talvez a maior chance de conquistar o único
triunfo que lhe falta. Na semifinal contra a Nigéria, vencíamos por 3
a 1, antes de ceder o empate e perder a vaga na final na "morte súbita".
O tabu fica para ser vencido em Sydney.
XXIX-
Sydney, 2000
Com obras grandiosas
em estilo futurista, a Austrália mostrou que é muito mais do que um lugar
exótico e remoto, habitado por surfistas, aborígenes e cangurus. Some-se
a isso o esforço do Comitê Olímpico Internacional para apagar da memória
o fiasco dos últimos Jogos, em Atlanta, onde os computadores pifaram e
a organização virou um caos. Os australianos conseguiram nada menos que
a perfeição.
Para isso, os australianos
começaram cedo. Ao todo foram nove anos de preparação - dois quando Sydney
ainda era um das cidades candidatas a sediar os Jogos Olímpicos e mais
sete depois que ela venceu a disputa - e um investimento de 3,4 bilhões
de dólares.
Resumo
de todos os dias da competição
Show
na Abertura dos Jogos. Com a entrada de cavaleiros e amazonas, ao som
de trompetes, e o hino nacional da Austrália, interpretado por Julie Anthony,
foi aberta a Cerimônia da Olimpíada de Sydney.
Nikki
Webster, uma menina de 13 anos personagem central do espetáculo, simbolizou
na praia, com a presença dos aborígenes, um sonho que se transformou na
formação das lendas e história da Austrália. Com muitos recursos técnicos
e mais de 2.000 figurantes que dançaram e cantaram com a forte presença
do público, que participou ativamente dos festejos, os Australianos deram
um espetáculo inesquecível de competência, amor ao esporte e cidadania.
A
delegação Olímpica Brasileira entrou no Stadium Austrália ao som de "Aquarela
do Brasil" e a porta-bandeira da delegação foi a atleta do vôlei Sandra
Pires. Outro destaque da delegação brasileira foi o tenista Gustavo Kuerten.
A
primeira medalha de ouro nas Olimpíadas saiu na prova do tiro feminino,
modalidade carabina de ar 10 metros. A atleta norte-americana Nancy Johnson
foi a vencedora. A prata ficou com a sul-coreana Kang Cho-hyun e o bronze
com a chinesa Gao Jing.
O
Basquete Feminino Brasileiro estreou também com vitória, ao vencer a Eslováquia
por 76 a 60.
Com
um tempo de 2h40s, a suíça Brigitte McMachon surpreendeu e levou o ouro
na prova de Triatlo Feminino. Uma das favoritas, a australiana Michellie
Jones ficou com a prata e outra suíça, Magali Messmer, ficou com a medalha
de bronze.
Entre
as brasileiras, apenas Sandra Soldan completou a prova chegando na 11ª
posição, com o tempo de 2h3m19s.
O
Vôlei Feminino Brasileiro, venceu fácil a seleção do Quênia por 3 sets
a zero, parciais 25-8, 25-11 e 25-13, numa partida que durou 55 minutos.
Já o Futebol Feminino perdeu para a Alemanha por 2 a 1.
| A
primeira medalha do Brasil saiu na Natação Masculina. Gustavo
Borges, Fernando Scherer, Edvaldo Valério e Carlos Jayme garantiram
a medalha de bronze na prova do revezamento 4 x 100. A medalha
de ouro ficou com os Australianos e a de prata com os Estados
Unidos. |
Com
essa medalha, Gustavo Borges passou a ser o brasileiro com mais medalhas
olímpicas: quatro. Ganhou prata nos 100m livre em Barcelona/92, prata
nos 200m livre e bronze nos 100m livre em Atlanta/96.
O
nadador Fernando Scherer desistiu de competir nos 100m livre devido ao
seu problema no tornozelo, deixando a missão para Gustavo Borges. Scherer
vais disputar os 50m.
As
primeiras provas de natação dos Jogos de Sydney viram duas quebras de
recordes olímpicos. Nos 400 m livre masculino, o australiano Ian Thorpe
estabeleceu a nova marca, com 3min44s65, enquanto a holandesa Inge de
Bruijn, nos 100m borboleta, marcou 57s60. Os dois também são os recordistas
mundiais das provas.
A
ginasta canadense Emile Fournier, 17, teve sua perna esquerda fraturada
durante uma seção de treinamento e ficará fora dos Jogos Olímpicos. A
atleta deverá ser substituída por Crystal Gilmore.
A
Equipe Brasileira de Atletismo fez ontem (15/09) treinos leves na pista
de aquecimento do Estádio Olímpico de Sydney, sob o comando dos técnicos
Jayme Netto e Nélio Moura. A modalidade de atletismo estréia nos Jogos
no dia 21.
O
Handebol Feminino começou bem a sua participação nos Jogos. As meninas
do Brasil venceram a seleção Australiana por 32 a 19.
A
dupla feminina de Vôlei de Praia, Sandra Pires e Adriana Samuel, venceram
a seleção de Cuba por 15 a 4. Em outra partida, Adriana Behar e Shelda
fizeram 15 a 3 contra as búlgaras Tzvetelina e Petia Yanchulova, e deram
um show na praia de Bondi Beach. A partida durou apenas 25 minutos.
O
Brasil voltou a vencer no Tênis de Mesa em duplas. Hugo Hoyama e Carlos
Kawai derrotaram os checos Petr Korbel e Josef Plachy por dois sets de
21 a 17. O próximo desafio dos brasileiros pode ser os poloneses Lucjan
Blaszczyk e Tomasz Krzeszewski.
No
Ciclismo, apesar do esforço da australiana Michelle Ferris na prova dos
500m contra o relógio, o ouro ficou com a francesa Felicia Ballanger,
que quebrou o recorde mundial da prova. O terceiro lugar ficou com a chinesa
Jiang Cuihua.
O
atleta Sanderlei Parrela viajou ontem para Sydney, junto com seu técnico
Luis Alberto de Oliveira, com a esperança de ainda poder disputar a prova
dos 400 m, para a qual está classificado. Alguns membros da Comissão Antidoping
do COI chegarão a Sydney hoje. O presidente da CBAt, Roberto Gesta, se
reunirá com eles para obter uma resposta sobre o caso antes do dia 21
- início das provas de atletismo.
A
equipe norte-americana feminina de revezamento 4x100m livre (natação)
quebrou o recorde mundial da prova, com o tempo de 3min36s61. A antiga
marca pertencia às nadadoras da China e havia sido conquistada em 1994.
No
Futebol Masculino, o Brasil perdeu de 3 a 1 para a seleção da África do
Sul e ficou em situação difícil. Terá obrigação de vencer o Japão na próxima
partida, se não quiser ficar com sua classificação comprometida nos Jogos
de Sydney.
Daniele
Hypólito é finalista da Ginástica Artística. A brasileira, de apenas 16
anos é uma das três atletas mais baixinhas presentes em Sydney, ficou
em 31° lugar na classificação geral e estará entre as 36 atletas que disputarão
a final a partir das 5 horas da madrugada desta quinta-feira.
O
Judoca paulista Tiago Camilo, de apenas 18 anos, faz uma campanha brilhante
e conquista a segunda medalha do Brasil nos Jogos de Sydney. Ele faturou
a medalha de prata, perdendo para o italiano Giuseppe Maddaloni na final.
Tiago
Camilo é o mais jovem brasileiro a conquistar uma medalha olímpica em
modalidades individuais.
O
Canoísta brasileiro Cássio Petry está fora da disputa por medalhas nos
Jogos de Sydney. Ele foi desclassificado na prova de slalom após as duas
baterias realizadas na madrugada de ontem. O atleta terminou a prova em
14° lugar, e apenas os 12 primeiros se classificam para a segunda fase.
A
nadadora holandesa Inge de Brujin confirmou favoritismo e venceu a prova
dos 100m borboleta. Além do ouro, ela bateu o recorde mundial, com o tempo
de 56s61.
A
Seleção Brasileira masculina de Vôlei não encontrou dificuldades em sua
partida de estréia e venceu a Austrália por 3 sets a 0. As parciais foram
25/13, 25/14 e 25/21. Nos dois primeiros sets o Brasil manteve-se a frente
do placar. Fechou o primeiro em 18 minutos, o segundo em 19 minutos e
o terceiro em 24 minutos.
A
brasileira Maria Elizabete Jorge, 43 anos, terminou em décimo lugar na
prova de Levantamento de Peso. Apesar de não conquistar uma medalha, o
reconhecimento do público, que a aplaudiu depois de sua atuação, foi um
valioso prêmio de consolação, que pode motivar a veterana atleta a sonhar
com a Olimpíada de Atenas, em 2004.
A
Seleção Brasileira feminina de Vôlei confirmou seu favoritismo diante
das australianas: venceu por 3 sets a 0 e sem dificuldades, o duelo com
as anfitriãs dos Jogos. As parciais foram 25/13, 25/18 e 25/17.
Cuba
comemora a sua primeira medalha de ouro do país nesta Olimpíada. A Judoca
Legna Verdecia, venceu a japonesa Norito Narasaki, campeã mundial, na
categoria 52 kg.
Hugo
Hoyama vence novamente na estréia do torneio masculino individual de Tênis
de Mesa. Ele derrotou o canadense Kurt Liu por 3 a 0. Já a brasileira
Lígia Silva perdeu para a romena Otilia Badescu.
O
velocista brasileiro Sanderlei Parrela foi liberado para disputar a prova
dos 400m. A participação do atleta, que havia sido pego no exame antidoping,
dá uma injeção de ânimo em toda a equipe de Atletismo em Sydney. Agora
o Brasil passa a ter mais chances de conquista de medalhas na Olimpíada.
Finalmente
a primeira vitória brasileira no Boxe. Valdemir Pereira, o Sertão, venceu
o australiano James Swan por 8 a 4, em combate realizado no Exhibition
Centre de Sydney. Para conquistar o ouro, Sertão precisa vencer mais quatro
combates no torneio. Seu próximo adversário será o turco Ramazan Palyani.
O confronto acontece sábado, dia 23.
A
dupla brasileira do Tênis de Mesa, integrada por Hugo Hoyama e Carlos
Kawai, foi derrotada no torneio masculino dos Jogos de Sydney. Os brasileiros
perderam para os poloneses Lucjan Blaszczyk e Tomasz Krzeszewski. Hugo
Hoyama continuará disputando apenas o torneio individual.
O
Basquete Feminino perdeu para a seleção da Austrália por 81 a 70. Segundo
o técnico Antônio Barbosa, o fator decisivo foi a instabilidade da Seleção
Brasileira. O próximo compromisso das meninas é na madrugada de quinta-feira
(0H30) contra a seleção do Senegal.
O
remador brasileiro Anderson Nocetti não conseguiu se classificar, na repescagem,
para as semifinais do skiff simples. Nocetti chegou em terceiro lugar.
O holandês Gerard Egelmeers venceu a prova seguido pelo eslovaco Jean
Zyska.
A
atleta brasileira naturalizada americana, Gabrielle Rose, conseguiu se
classificar para a final dos 200m medley. Gabrielle, que é filha de brasileira,
representou o Brasil nos Jogos de Atlanta, em 1996, mas não havia conseguido
ir para a final. Pelos EUA, conquistou o sétimo melhor tempo na semifinal.
A
equipe brasileira do revezamento 4x200m livre nadou muito mal em sua eliminatória
e não entrou na final da modalidade dos Jogos. A equipe vencedora foi
a norte-americana.
Gustavo
Kuerten venceu fácil o tenista Christophe Pognon, de Benin, em pouco mais
de meia hora. O brasileiro marcou 2 sets a 0, parciais 6/1 e 6/1.
O
nadador americano Lenny Krayselburg conquistou a medalha de ouro nos 100m
nado costas e bateu o recorde mundial com o tempo de 53s72. O segundo
lugar ficou com o australiano Mathew Welsh e o alemão Stev Theloke ficou
com o bronze.
A
Seleção Brasileira masculina de Vôlei derrotou o Egito por 3 sets a 0,
parciais 30/28, 25/10 e 25/21. Mesmo assim, a equipe encontrou um adversário
bem mais complicado do que se esperava no princípio. Nesta partida, o
atacante Tande estreou, depois de ter sido poupado na partida contra a
Austrália.
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