| História
do Tiro |
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| Sim, o amor mata! O grosso calibre da paixão dos homens por revólveres, pistolas, carabinas, escopetas e porcariadas do gênero que mataram 22 mil pessoas no Brasil só em 1999 transformou a arma de fogo numa diversão. Como nunca se puxou tanto o gatilho como neste século, a arma de fogo virou um esporte cheio de automatismo, precisão, leveza e acredite segurança. Alvo um. Europa. Distância, século 19. Surge a carabina, mãe do fuzil, arma leve, com canos dotados de estrias que davam rotatividade ao projétil, garantindo uma trajetória estável. De precisão invejável para a época, anima os aficionados a usá-las: com ela, é tiro e queda. A modalidade espalha-se como rastilho pelos continentes. Alvo dois. Suécia, Itália, Inglaterra. Distância, anos de 1820 a 1860. Estudiosos do tiro pois os há garantem que as primeiras competições foram na Suécia. E a primeira associação é coisa dos piemonteses de 1848. Os anais registram, também, que irlandeses e ingleses são os pioneiros das disputas entre os povos, açulados pela instalação da galeria de tiro criada em Wimbledon, 1860. Alvo três. EUA. Distância, 1871. Oficiais da Guarda Nacional fundam clubes do fuzil em todos os Estados Unidos, embriões da difusão do tiro no país dos xerifes e do surgimento de reis do gatilho como atestam a história olímpica e outras histórias. Alvo quatro. Atenas-1896. O tiro é disputado nas especialidades de arma livre, pistolas automáticas ou revólver contra alvo redondo.
Fonte: MICRO OFFICER SERVIÇOS VOLTAR
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